Persistente aspirante a chulo
O grosseiro mentecapto vaidoso
Usa o anonimato como casulo
Para cobarde vómito mafioso
.
Limpador de punicada de bordel
Coleccionador de usados preservativos
Lava panos como bichona de aluguel
Enquanto ensaia meneios atractivos
.
Lava a bocarra com gel lubrificante
Utiliza o vibrador como escova
Não é gay é paneleiro aberrante
Papel higiénico de alarve alcova
.
De putas e congéneres alcaiote
Espreita os quartos do putanhal barraco
Em busca de avantajado lingote
Que lhe preencha o cagativo buraco
.
É filhinho da puta, o idiota crocante
Intriguista e invejoso dizendo-se amigo
Um contumaz endividado e meliante
Que só tem olhos para o próprio umbigo. .
ADOÇANTE CRIATURA (2) . Papa-almoços de sorriso renascença Não enjeita suculento, carnal petisco Á fava a tripalhada, celestial crença De ter sido escolhido para farisco . Frequenta cheiroso cabeleireiro afamado Azeitona a pintelhada cabeleira poluente Pisa devagar, gingão e encavalitado Na pele e osso dum manequim com ar de gente . Cospe palavras em rascas sessões colturais Saiem-lhe da boquinha da cabra as caganitas É pateta embrulhado em rasqueiros aventais Estrela pisca-pisca de badalhocas fitas . E se diz saído de linhagem afidalgada Com tradição de cheira cus brasonados Aperaltado em colorida traparia fiada Procura fugir ao destino dos invertebrados . Em delirante estado de graça, o farsante Acobarda-se no anonimato, por apetência Verdadeiro traje com que encobre o aberrante . FERNANDO MANUEL PEREIRA
Pardieiro chocalhante da sua real existência

Do Melhor
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