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POESIA sempre EM LUTA

Se alguém te perguntar o que quiseste dizer com um poema, pergunta-lhe o que Deus quis dizer com este mundo.
Gravatar Um Poema, meus Amigos, é a gestão de pequenos consensos e muitas divergências.

Se quiseres escrever-me

Persistente aspirante a chulo

O grosseiro mentecapto vaidoso

Usa o anonimato como casulo

Para cobarde vómito mafioso 

.

Limpador de punicada de bordel

Coleccionador de usados preservativos

Lava panos como bichona de aluguel

Enquanto ensaia meneios atractivos 

.

Lava a bocarra com gel lubrificante

Utiliza o vibrador como escova

Não é gay é paneleiro aberrante

Papel higiénico de alarve alcova 

.

De putas e congéneres alcaiote

Espreita os quartos do putanhal barraco

Em busca de avantajado lingote

Que lhe preencha o cagativo buraco

. 

É filhinho da puta, o idiota crocante

Intriguista e invejoso dizendo-se amigo

Um contumaz endividado e meliante



Que só tem olhos para o próprio umbigo.

 

.

ADOÇANTE CRIATURA (2)

.


Papa-almoços de sorriso renascença

Não enjeita suculento, carnal petisco

Á fava a tripalhada, celestial crença

De ter sido escolhido para farisco

. 

Frequenta cheiroso cabeleireiro afamado

Azeitona a pintelhada cabeleira poluente

Pisa devagar, gingão e encavalitado

Na pele e osso dum manequim com ar de gente 

.

Cospe palavras em rascas sessões colturais

Saiem-lhe da boquinha da cabra as caganitas 

É pateta embrulhado em rasqueiros aventais

Estrela pisca-pisca de badalhocas fitas

. 

E se diz saído de linhagem afidalgada

Com tradição de cheira cus brasonados

Aperaltado em colorida traparia fiada

Procura fugir ao destino dos invertebrados

. 

Em delirante estado de graça, o farsante

Acobarda-se no anonimato, por apetência

Verdadeiro traje com que encobre o aberrante
Pardieiro chocalhante da sua real existência

.

FERNANDO MANUEL PEREIRA

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